Departamento de Eletrónica Industrial tem nova direção

No passado dia 13 de janeiro decorreu, na sala de reuniões da Presidência da Escola de Engenharia, a tomada de posse da nova equipa diretiva do Departamento de Eletrónica Industrial para o biénio 2021-2022. Graça Maria Henriques Minas tomou posse como Diretora de Departamento, tendo como Diretor-adjunto João Miguel Clemente Sena Esteves. Estiveram presentes na cerimónia de investidura, para além do Presidente da EEUM, os Vice-Presidentes, Professor António Vicente e a Professora Estela Bicho. Da parte do Departamento de Eletrónica Industrial estiveram presentes os Professores João Monteiro e Paulo Mateus Mendes, bem como a secretária do Departamento Beatriz Antunes.

No seu discurso, Graça Minas começou por agradecer “a todos os colegas do departamento que nos apoiaram e que irão estar connosco nestes dois anos que se seguem, colegas docentes e colegas funcionários que são extremamente importantes para o bom funcionamento do nosso departamento, também agradecer à Escola, contamos com ela para partilhar todas as dificuldades e também as coisas boas que haveremos de ter estes anos, e que todos consigamos fazer um trabalho conjunto para que o departamento consiga continuar a ser um bom departamento, um departamento de excelência pensando na qualidade da aprendizagem, que será o mais importante para o departamento e para os nossos alunos.

Por sua vez, o Presidente da EEUM começou por felicitar a nova direção “ambos já têm, de alguma forma, experiência na área de gestão académica e, portanto, não é propriamente uma coisa nova, mas é sempre um desafio, sobretudo nos tempos que correm pelos desafios que temos em mãos. A outra é felicitar e agradecer, também, à direção cessante que está representada aqui, pelo trabalho que tiveram.” Pedro Arezes mencionou a perda de centralidade dos departamentos pelo RJIES (Regulamento Jurídico das Instituições de Ensino Superior), dividindo-a de alguma forma com os centros, “mas eu julgo que os departamentos são ainda a nossa identidade. Julgo que ninguém se identifica pelo Centro, e nada contra os centros (…), quando nos perguntam qual é a nossa afiliação o que nos vem à cabeça são os departamentos e é nos departamentos que nós temos essa identidade. E de agregação também, em termos de vontade e de equipa, porque de facto a nossa equipa mais próxima tem sido os departamentos, e os centros num nível diferente, mas ainda hoje e acredito que perdurará por alguns anos, atribuímos essa identidade aos departamentos.

O presidente de Escola continuou o seu discurso falando da oferta de ensino, referindo que os departamentos são responsáveis por aquilo que é o core business da Escola de Engenharia: “nós às vezes esquecemo-nos um pouco que na universidade o essencial é a nossa oferta educativa de 1º e 2º ciclo. É isso que nos faz universidade, damos valor a outras dimensões e cada vez mais à investigação, mas de facto aquilo que é nuclear para nós e aquilo que está na génese da Universidade e da sua própria evolução é de facto a nossa oferta formativa. E daqui a importância de uma direção competente dos departamentos é absolutamente essencial para o sucesso da Escola e para o sucesso da Universidade.

Por último, Pedro Arezes mencionou algumas dificuldades com as quais os departamentos e a EEUM têm que lidar, “falta de recursos humanos, e junto com isso agravando a dificuldade, o aumento da carga administrativa, que tem sido transferida de algumas unidades de serviço centrais para as unidades orgânicas, e que em alguns casos é bem-vinda porque representa autonomia, mas na maior parte das vezes representa apenas uma maior carga administrativa adicional e isso é muito penalizador para nós. E as dificuldades financeiras (…) que nos limitam sempre. Eu gostava de dizer aqui, que junto com a Graça e o Sena Esteves, temos a solução, pelo menos na Eletrónica, mas infelizmente não é o caso. O que vos posso dizer é que parte destes problemas têm sido resolvidos pelo empenho quer das direções de centros quer de departamentos, juntamente com alguma ajuda da Escola, e de facto tentamos resolver quase caso a caso. E, portanto, é importante que as direções de departamento tenham essa motivação adicional para contornar alguns destes problemas (…) a situação exige algum realismo. Dito isto o que eu peço à direção do DEI, assim como às outras é que não baixem os braços (…) e desejar-vos os maiores sucessos e dizer-vos que a Presidência da Escola irá sempre tentar ajudar, da melhor forma, o Departamento de Eletrónica Industrial.”

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